quarta-feira, 7 de abril de 2010

Páscoa, festa da ressurreição!

Celebramos, rescentemente, a Páscoa, festa cristã em que se celebra a ressurreição de Jesus Cristo. A vitória da vida sobre a morte. A passagem, da morte para uma nova vida!


Data ideal para que reflitamos um pouco, sobre onde se faz necessário que aconteça uma páscoa, onde a vida vença a morte.

Para que a Páscoa, faça sentido, é necessário que ela aconteça no dia a dia, em nossas vidas.

É necessário que a ética ressuscite em meio à política, e que os políticos se lembrem sempre por qual motivo estão seja na Câmara de Vereadores de cada cidade, na Câmara dos Deputados ou no Senado. Estão cada um em seu respectivo lugar para lutar em prol da comunidade, mas se esquecem, em sua grande maioria, que comunidade é a junção de duas palavras: “Comum” e “Unidade”. E eles próprios se esquecem de viver em comunhão (junção de outras duas palavras: “Comum” e “União”) dentro da “casa” a qual pertencem, tornando assim impossível que haja comunhão entre os poderes e a comunidade.

É necessário que a seriedade ressuscite no coração dos líderes religiosos, para que eles se lembrem que a missão de cada um deles, independente a qual denominação religiosa pertençam, é religar o povo ao sagrado, a Deus (seja ele chamado de Javé, Jeová, Buda, etc). E não usar da fé e do nome de Deus, unidos à humildade, inocência e devoção do povo para explorar a boa vontade das pessoas.

É preciso que a decência ressuscite nas grandes emissoras de televisão brasileira, que ao invés de informar e educar o povo oferece entretenimentos apelativos e que fazem real o que o poeta disse: “a televisão me deixou burro, muito burro demais, agora todas as coisas que eu penso me parecem iguais”.

É preciso, também, que ressuscite no coração dos governantes o senso de justiça, para que abram os olhos e o coração para as necessidades reais e mais urgentes do povo: educação pública digna e com qualidade, hospitais públicos preparados para atender e acolher com dignidade e humanidade aos que buscam cuidados e uma melhor distribuição de renda que de possibilidades, para que todas as pessoas vivam de maneira digna e humana, com condições mínimas de higiene e infra-estrutura.

É necessário, enfim, que ressuscite em cada pessoa a tolerância, para que seja possível viver em comunidade, onde todos sejam respeitados no exercício de sua cidadania, independente da cor da pele de cada um, da religião que se segue ou deixa de se seguir, da marca da roupa que se usa ou então, muitas vezes, da roupa rasgada e maltrapilha que se usa por faltas de condições para adquirir outras, do cargo que é exercido no emprego ou se desempregado e marginalizado alguém pede em nossas portas. É preciso que ressuscite em cada um de nós a consciência de que habitamos a mesma casa, a Terra, e, portanto devemos tornar possível a vida em comum união, comunhão!

Ou, caso contrário, continuaremos caminhando em direção a morte.



Feliz Páscoa!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Redução da Maioridade Penal, Não!

Foi aprovada a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos para adolescentes que cometerem crimes hediondos à exceção de tráfico de drogas.Agora o projeto deverá ser encaminhado para ser votado pelos Senadores e Deputados.

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), outras entidades religiosas, a Pastoral da Juventude, movimentos estudantis e alguns políticos já se manifestaram contra a redução da maioridade penal.

Muitas crianças, adolescentes e jovens são vítimas da violência e conduzidos ao caminho da criminalidade por adultos, conforme pudemos acompanhar no caso exibido pelos meios de comunicação, onde um sequestrador aparecia ensinando seu próprio filho e a sobrinha a assaltar.

É necessário ir a fundo, no estudo e na busca de soluções das causas de envolvimento dos jovens em atos de violência e crimes, que se encontram, sobretudo, na desagregação e desestruturação familiar, nas desigualdades sociais, na falta de oportunidades, na perda de valores éticos e religiosos e na banalização da vida.

É preciso o comprometimento urgente dos governos municipais, estaduais e federais na criação de políticas públicas sócio-educativas e no combate ao narcotráfico. É necessário que o uso de crianças, adolescentes e jovens pelo crime organizado seja combatido e punido rigorosamente.

Crianças, adolescentes e jovens precisam ser reconhecidos como membros da sociedade, e necessitam de atenção, respeito, acolhida e sobretudo de oportunidades.

O sistema carcerário brasileiro necessita urgentemente de reestruturação e investimento, e talvez a prisão de jovens e adolescentes neste sistema, apenas acabe potencializando o problema da violência.

Mesmo com a proposta de construção de presídios especiais para jovens, não podemos confiar plenamente que o jovem recolhido a esses presídios saia recuperado e pronto para se readaptar à sociedade, já que as antigas unidades de readaptação para menores infratores não surtiram o efeito esperado, além de existirem várias denuncias de maus tratos e violência contra os internos.

É necessário que todos nós nos unamos para se fazer cumprir o ARTIGO 227 da Constituição Federal: "CRIANÇA E ADOLESCENTE PRIORIDADE ABSOLUTA"

terça-feira, 2 de junho de 2009

Seria cômico... Se não fosse trágico!

Durante a semana que passou, recebemos a notícia através dos meios de comunicação, de que o Governo do Estado de São Paulo distribuiu novamente livros inadequados nas escolas públicas do estado.

É a segunda vez no ano que por algum motivo, livros com frases e expressões inadequadas para a faixa etária e inadequadas para a edificação social e intelectual dos alunos chegaram até as escolas.

Na primeira vez, o livro continha frases e diálogos entre os personagens de conotação sexual e linguagem vulgar.E era destinado aos alunos da terceira séria do ensino fundamental.

Desta vez, os livros apresentavam frases que incentivam a violência sexual, o uso de drogas e o ódio.Um das frases contidas no livro era “Odeie. Assim, por esporte”.Esses livros eram destinados a alunos de nove anos.

Além desses dois ocorridos, 500 mil livros de geografia foram distribuídos para alunos da sexta série do ensino fundamental da rede estadual no mês de março, onde apresentavam o Paraguai duas vezes no mapa da América do Sul e excluía o Equador.

Todos esses fatos nos levam a refletir.Qual o fator responsável por tais falhas?Talvez seja despreparo das pessoas responsáveis pela escolha dos livros, seguido do despreparo do superior dessas pessoas.

Ou talvez, seja descaso com a educação pública.Que pode ser traduzido em descaso com o povo, e descaso com as pessoas que necessitam das escolas estaduais.Será que só quem pode pagar é que tem direito a uma educação de qualidade?

Monteiro Lobato disse certa vez que: "Um país se faz com homens e livros".Mas certamente não era a esses livros distribuídos aos alunos da rede estadual de ensino que Monteiro Lobato se referia.

Seria cômico se não fosse tão trágico!

Que tudo isso sirva para que desde já possamos refletir e pensar bem em quem iremos votar nas próximas eleições. Quando elegeremos o governador do estado e o presidente da república, para que assim, escolhamos representantes comprometidos com as causas do povo, comprometidos com a luta contra as desigualdades sociais, comprometidos com a educação pública de qualidade, comprometidos com a verdade, comprometidos com a seriedade e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa.

Quem quiser, pode acompanhar minha coluna semanal online, no jornal JCRNET.O nome da coluna é Utopia!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cartas Para Deus

Certa vez o Padre Werenfried, fundador da Ajuda a Igreja que Sofre disse: "Não existe serviço postal para o céu. Quem quiser escrever uma carta a Deus, tem de endereçá-la a uma pessoa, em quem Deus habita."

Baseado nisso, quero escrever algumas palavras, que nos ajudem a refletir um pouco, sobre nossa vivência e como temos nos correspondidos com Deus.

Existem milhares de pessoas vivendo na miséria extrema hoje pelo mundo todo, pessoas vítimas de discriminação, pessoas vítimas de abandono e descaso por parte de famíliares e governo, pessoas vítimas da ação da Natureza... pessoas que necessitam muitas vezes de algumas palavras e alguns momentos de atenção, muito mais do que necessiatm de ajuda material e financeira.

Muitas vezes um ombro amigo para desabafarem, um sorriso, um aperto de mão ou um abraço é tudo o que querem, pois isso lhes faz mais falta do que uma casa de luxo com todos os confortos, um carro do ano com toda a tecnologia, uma TV 42 polegadas de plasma para assistir ao Big Brother.

E por muitas vezes nós sentimos grande necessidade de conversar com Deus, sentimos a necessidade de contar-lhes nossos problemas, sentimos a necessidade de pedir algo que queremos, sentimos a necessidade de obter respostas do por que de muitos fatos de nossas vidas...

A maneira mais fácil de nos correspondermos com Deus, partilharmos a nossa vida, é compartilhando com as pessoas...

Procuremos escrever sempre, acreditando que nossas reflexões, nossos desabafos e nossos textos acreditando que Deus os lerá...através da pessoa que estiver lendo, independente da sua cor, classe social, opção sexual, etc.

Deus habita em cada um de nós... e é nessa certeza, que encerro este texto, acreditando estar me correpondendo com você que lê neste momento, e com Deus que habita dentro do seu coração... seja lá por qual nome você chame Deus; Alá, Buda, Tupã, Oxalá...

Me escreva também, e se corresponda com Deus!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Carta Aberta ao Presidente Fernando Lugo

Carta Aberta ao Presidente Fernando Lugo

Dom Tomás Balduíno *

Caro Amigo Presidente Fernando Lugo,

Acompanhei as notícias que levaram ao conhecimento público o seu relacionamento com uma mulher e o nascimento de um filho. A mídia brasileira repercutiu seguidamente o fato, fazendo coro, de bom grado, com os membros paraguaios do Partido Colorado, destacando-se o congressista Víctor Bogado, que se arvorou em seu juiz e o apedrejou. Chegou até mim também uma parte da comunicação da Conferência Episcopal do Paraguai pedindo "perdão pelos pecados da Igreja" católica, numa implícita referência a você.

Não posso deixar de me manifestar neste seu caso. Sou impelido a isso pela nossa velha amizade, desde os bons tempos de sua participação nos encontros em São Paulo, no grupo ecumênico e latino americano de bispos. Sou impelido sobretudo pelo que eu conheço da sua trajetória, pelo que eu venho acompanhando e refletindo sobre o grande significado de sua providencial subida à Presidência da República do Paraguai, carregado pelo povo pobre do seu País, tornando esta Nação uma das auspiciosas referências do processo de libertação do nosso Continente.

E minha manifestação, depois ter ponderado com alguns irmãos e irmãs, é em primeiro lugar para dar-lhe os parabéns, fazendo eco à declaração do meu amigo e bispo Mons. Mário Melano Medina, seu compatriota, pelo seu ato de "valentia e sinceridade" ao reconhecer a criança. Uno-me também ao bispo metodista emérito Federico Pagura ao expressar-lhe, também em carta aberta, sua solidariedade: "ante tu decisión de hacer públicas tus relaciones com tu compañera, y tu compromisso de assumir plenamente tu responsabilidad de padre". Continue assim, caro Irmão, coerente com a inspiração evangélica, ao testemunhar, com clarividência e humanidade, o inestimável valor do relacionamento entre o homem e a mulher.

Os bispos paraguaios fizeram um ato público de pedido de perdão. É salutar que a Igreja o faça sempre. É, aliás, o que a liturgia nos propõe todas as vezes que celebramos a Eucaristia. É verdade que não vi o texto completo desta declaração dos bispos, mas pelo discurso que ouvi do Sr. Arcebispo de Assunção no Te Deum" de sua posse como Presidente do Paraguai, receio que este pedido de perdão não se refira às omissões da Igreja com relação aos poderosos da política e ao sofrimento do povo durante os anos de tirania do governo paraguaio.

O risco de uma declaração apressada e ingênua da Igreja é desta declaração se somar com a onda da mídia e com o bloco de forças da elite de oposição que, ficam sempre à espreita de qualquer chance de desestabilização do seu governo, mesmo sob a capa do moralismo mais hipócrita.

Dou-lhe também os parabéns sobretudo porque o vejo disposto a continuar sua caminhada de luta com seu povo e a enfrentar as dificuldades atuais do seu governo, inclusive esta última. Por tudo isso, caro Amigo, receba a minha plena solidariedade

O Senhor Jesus, que apareceu aos discípulos ressuscitado e chagado, esteja ao seu lado, o acompanhe, o ilumine, o faça sempre forte e corajoso diante destas e de outras dificuldades que certamente advirão na sua caminhada a serviço do seu admirável Povo.

Abraço-o com fraterna amizade.

Goiânia, 18 de abril de 2009

Dom Tomás Balduino - Bispo emérito de Goiás

* Bispo Emérito de Goiás - GO. Presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT)

Fonte:
ADITAL

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O Anel de Tucum



Muitas pessoas perguntam qual é o significado deste anel preto, utilizados pelos adeptos da Teologia da Libertação, e por integrantes das PJ.

Algumas pessoas, o utilizam apenas pelo visual, sem conhecer ou se importar com o seu real significado.

Para nós, adeptos dos movimentos eclesiais de base, admiradores dos ideais da Teologia da Libertação, engajados em movimentos sociais e integrantes das Pastorais da Juventude, este anel significa o compromisso com as causas descritas no trecho abaixo por Dom Pedro Casaldáliga.

"(...) Este anel é feito a partir de uma palmeira da Amazônia. É sinal da aliança com a causa indígena e com as causas populares. Quem carrega esse anel significa que assumiu essas causas e as suas conseqwências. Você toparia usar o anel? Olha, isso compromete, viu? Muitos, por causa deste compromisso foram até a morte (...)".

Para quem quiser, ouvir o próprio Pedro Casaldáliga falandosobre o anel, pode conferir no video abaixo, retirado do filme chamado "O Anel de Tucum".



segunda-feira, 13 de abril de 2009

O que vens fazer no Brasil Jesus?

Artigo retirado do site ADITAL.

Leiam com atenção e reflitam...

Comentem, critiquem, concordem e discordem a vontade... este é um artigo para gerar os mais diversos tipo de reação!

"No início do cristianismo, o Imperador Nero perseguia os cristãos com ódio terrível. Para ilustrar esta perseguição, conta uma lenda que o Apóstolo Pedro, grande propagador do Evangelho, foi aconselhado a deixar a cidade de Roma e salvar a sua vida. Já fora dos muros, ele encontra-se com Jesus que ia em direção à cidade Pedro, assustado pergunta: "Para onde vais, Senhor?"

Jesus responde: "Vou morrer novamente em Roma". Após este encontro com o seu Mestre, Pedro compreendeu a mensagem e volta para a cidade, onde mais tarde foi crucificado de cabeça para baixo.

Meus caros leitores. Depois de dois mil anos, Jesus volta até nós, entra em nossas cidades para morrer com cada ser humano abandonado, desprezado e marginalizado em sua dignidade de filhos e filhas de Deus.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com os agricultores vítimas de uma política que não os incluem em programas governamentais, e assim sofrem com a seca, com a ausência de médicos e escolas para os seus filhos estudarem.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer nas cidades vitimadas pela dengue e pela meningite, cidades estas das promessas de políticos inescrupulosos que só procuram os pobres em campanhas eleitorais fomentando intrigas e ódio, políticos estes que não se preocupam com o saneamento básico ou com a preservação da natureza.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer na vida dos presidiários que vivem crucificados em verdadeiros depósitos humanos clamando por justiça e piedade.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com a juventude vítimas de traficantes nas portas das escolas, nas favelas e nas festas de uma sociedade farisaica que não sabe dialogar com os seus filhos entregues as drogas, à prostituição e ao roubo.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com os garimpeiros no trabalho árduo para ter o pão na mesa, na luta dos menores através dos trabalhos forçados em busca de sobrevivência e no rosto triste dos mendigos que dormem em nossas rodoviárias, nas nossas praças e viadutos passando fome e frio.

Mas o que vens fazer em nossas cidades Jesus? Ele responde: Venho morrer na luta de nossos índios e negros pelas suas terras e quilombos na eterna busca de sua identidade e sobrevivência.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com as pobres vítimas de uma política que hipnotiza, manipula e compra votos em nome da manutenção do poder e de uma hegemonia econômica, social e política.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer na vida triste, sofrida e crucificada dos doentes enfrentando filas na eterna peregrinação nas portas dos hospitais, clínicas e postos de saúde clamando por saúde e dignidade.

Mas o que vens fazer em nossas cidades Jesus? Ele responde: Venho morrer na vida dos menores abusados sexualmente por pais, empresários e políticos que usam e abusam do seu poder econômico e político.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com aqueles e aqueles que são vitimas da fofoca de desocupados que ficam de plantão nas ruas e praças para caluniar e crucificar todos e todas que fazem uma opção ética e democrática na luta por uma nova sociedade baseada nos valores cristãos.

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com os que morrem vitimas da manipulação dos Meios de Comunicação Social em nome do poder econômico, de Multinacionais e grupos políticos conservadores que oprimem e manipulam o povo em nome do "Status Quo".

Mas o que vens fazer no Brasil, Jesus? Ele responde: Venho morrer com os sem terra e sem teto assassinados em nome da manutenção da ordem e do sistema fundiário e habitacional que exclui, mata e marginaliza.

Meu caro leitor. Com Jesus, também vamos ser condenados, sentiremos os espinhos da sua coroa nos ferindo, com Ele nós vamos carregar a cruz, com Jesus subiremos ao Calvário, seremos colocados na cruz, pregos serão postos em nossas mãos e pés. Com Jesus sentiremos a dor da lança transpassando o nosso peito e gritaremos: "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste"? (Mc 15: 34). Com Ele, desceremos da cruz e seremos postos no túmulo. Mas também com Jesus não temos nenhuma dúvida: IREMOS RESSUSCITAR!"